Poesia – Minhas duas metades

Duas porções cujas partes se misturam.
Uma, feita de euforia; outra, de solidão.
Elementos que interagem num ambiente de caos, buscando o equilíbrio da razão.
Repletas de ansiedade, necessitam apenas de totalidade.
Mas, opostas que são, realizam-se somente na contradição.
Buscam no infinito, o que falta de sentido.
Duas partes que não se confundem, mas que preenchem o vazio de quando falta ‘Eu’ para o que quer que seja realidade!


  • Ricardo Cunha

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