Mariana Gouveia – Dos dias aleatórios de Abril

A vida cabia na pétala da flor

O riso inconstante da louca

a lua, mínima, era o quadro de há pouco

Não possuía equilíbrio certo – diziam que era culpa do ouvido – acreditava em tolos.

Costurava o pecado na manga da roupa.

Mostrava para poucos… A perna à mostra, o olho perdido

Não poupava ninguém nas esquinas da vida. Era absorta… Encantava-se com o mínimo que via e ria de quem cobrava lucidez.


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