YOB: tão moderno quanto os clássicos

“Épico, esmagador e pesado…”

… o YOB alcançou reconhecimento nos últimos anos devido ao seu corpo estético impar. Formado em 1996 em Eugene/Oregon, sob a liderança do mentor do novo Doom Metal, Mike Scheidt. Inicialmente, o grupo lançou uma fita demo (2000) contendo três músicas e instrumentadas apenas por guitarras e vocais, o que lhes rendeu a atenção da crítica especializada. Em meio a comparações com grupos como Neurosis, Sleep e Electric Wizard, o YOB conseguiu desenvolver um som moderno que soava como os clássicos.

YOB7

Em 2002, lançou seu álbum de estréia, Elaborations of Carbon, seguido por Catharsis em 2003. Um álbum de três músicas que alcançou a marca de 50 minutos colossais. Dessa forma, começando a crescer um burburinho sobre o trio, que começou a excursionar mais extensivamente. Permanecendo bastante prolífico durante este período, a banda continuou a lançar um álbum a cada ano com The Illusion of Motion vindo em 2004, seguido de The Unreal Never Lived em 2005. Todavia, a despeito de todo o ímpeto do começo, o grupo se separou em 2006.

YOB2

Em 2008, a banda retorna com uma formação que permanece forte desde então: Travis Foster na bateria e Aaron Rieseberg no baixo. Revigorado e reinspirado, a dupla lançou The Great Cessation em 2009. Foi uma desgraça (no bom sentido – claro!) com um toque psicodélico, um som que a Pitchfork (periódico online especializado em crítica musical) chamou de “destruição cósmica”. Nesse ponto de sua carreira, a banda encontrou uma exposição crescente na mídia, principalmente porque o The New York Times chegou a chamá-los de “uma das melhores bandas da América do Norte” depois de uma apresentação no Scion Rock Festival.

YOBPara o Atma de 2011, o YOB fez um de seus trabalhos mais orgânicos. Nas palavras do próprio Scheidt, ele queria que o álbum soasse “grisalho, mas com muitos pêlos” [rs…]. Três anos depois, o grupo lançou Clearing the Path to Ascend, um álbum que manteve seu legado como um ato digno das grandes bandas do metal moderno e foi saudado pela Rolling Stone [revista] como o álbum de metal número 1 do ano.

YOB8Avançando para 2017, quando o YOB assinou com a Relapse Records [gravadora] para o seu grande oitavo álbum completo, Our Raw Heart. O álbum foi concebido em meio a terríveis circunstâncias que quase deixaram o frontman Mike Scheidt morto depois de sofrer de uma doença intestinal extremamente grave. Recuperou-se quase que milagrosamente e reuniu a banda junto com um novo senso de propósito para o disco em questão. Mais exposta do que nunca, tanto física quanto emocionalmente, a banda “sangrou” sete faixas de grande volume e de beleza transcendental ao longo de 75 minutos de viagem absoluta. Uma brilhante progressão musical no conjunto da obra do YOB, sendo esta, talvez, a banda mais agressiva, apaixonada e eclética. Os riffs são viciantes, os vocais cativantes e as composições sublimes. Our Raw Heart é possivelmente o melhor trabalho da banda até o momento e significa mais uma grande conquista para a banda. Por fim, o disco foi co-produzido pela banda e pelo colaborador de longa data Billy Barnett, com masterização de Heba Kadry.

Atualmente a banda é formadda por Aaron Rieseberg (baixo), Travis Foster (bateria) e Mike Scheidt (vocal/guitarra).


Feedback, por favor!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s